Vício

Marise Ribeiro
 


Sigo por ruas nuas e sem cores,
Onde o lar da esperança não existe...
No descompasso, minha dor insiste
E me deita no beco dos tremores.

Deixei que me fugissem os valores,
Quando mais uma briga, dedo em riste,
Velha destemperança em cena triste,
Apontou-me a saída sem louvores.

Com o retorno decorado em passos
Nas calçadas, meu brio em mil pedaços,
Vago como se fosse uma já morta...

E o coração, vadio e tão doente,
Na procura por vil entorpecente,
Conduz-me outra vez à mesma porta...


27/03/09





 



 

 



 


 
 

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