Fruto Podre

Marise Ribeiro
 


A mágoa tortura-nos sem piedade,
quando resulta do podre fruto da iniquidade...
É negrume na alma, tira-nos sono e calma.
Ainda que lembremos um momento mágico,
a ferida reabrirá assim que a memória
reviver aquele instante trágico.
É sentimento que contamina o coração,
não descansa e clama por mudança.
Ansiamos por um novo amanhã, com pressa,
sem falsas promessas, sem torpes pruridos...
Aurora com sabor de fruto maduro,
germinado da sadia semente da confiança...
Respostas colhidas na suavidade da brisa,
carinho que adoça e cicatriza...
Até que o amargor da boca e do peito vá embora,
vivemos no ponteiro das horas,
rogando que o presente logo apodreça e morra
no frio desprezo da nossa masmorra...


24/07/08





 



 

 



 


 
 

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