Estiagem

Marise Ribeiro



Despertei com nuvens negras no horizonte
Carregadas de emoções... Trovejantes!
Pediam naquele instante para desaguar,
Precisavam o meu interior inundar.

Minha alma transbordou com a tempestade...
Mergulhei nos sentimentos sem piedade,
Emergi trazendo rica arca de poesias,
Amenizando, assim, tão áridos dias.

Resgatei tantas experiências vividas,
Percepções roubadas da vida e bem sentidas...
Hoje não sei mais o que escrever,
Nem mais como derramar meu ser.

Qual chuva de verão em início de estação,
Ficou apenas um mormaço abafado:
Melancólica e incômoda calmaria,
Pois tudo não passou de efêmera estesia.


20/11/05







 



 

 



 


 
 

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