"A poesia não vive na alma de quem a escreve,
mas sim na de quem a lê." 

[Marise Ribeiro]

 

 

Meus Poemas I

 



 

 

Passagem

Concepção

Breve Hospedagem

Medo do Amanhã

Destino

A Arte do Encontro

Quadrilátero

Sinfonia de Gralhas

Os Sentidos da Alma

Inquietude

Abstrata

Ao Sabor do Mar

Tango do Amor

Visita Indesejada

Manhã de Outono

Desesperança

Fênix

Pedaços de Delicadeza

Ópera Vienense

A Caminho do Céu

Bifurcação

Águas Traiçoeiras

Inútil Magia

Erva Daninha

Possessão

Carícias do Amanhã

Ensinamentos

Aplausos

Em Súplicas

Faxina À Espera do Amor

Filho de Ninguém

Ser Poeta

Atrevida

Quando o Amor se Perde

Testamento

Quimeras

Solitude

Máscara da Saudade

Castelo dos Sonhos

Inimigo Meu

Um Olhar de Gratidão

A Bailarina

Noite Sem Fim

Post Mortem

Meu Momento

Rio de Janeiro

Casulo em Preto e Branco

Último Ato

Vencedora

Caindo na Real

Influência da Lua
À Francesa Horas Cortantes
Voo Rápido Embarque
O Grito do Albatroz À Vida
Quisera Procurando Alguém
Voo de Arribação O Que É Felicidade?
Por Que Você? Flor-Mulher
Cortinas do Tempo Ser ou não Ser
Ciclo Vital Serenata Prateada
Faces da Ilusão Nua e Crua
Incessante Bem-vinda
Feiticeira da Noite Entre Quatro Paredes
Fim de Tarde Natureza Morta
O Amor

Força Maior

Amor Fracassado Quem é Você?
Inútil Domínio Ilusão Real
Confetes, Serpentinas e... Ilusão Reaprendendo
Vingativa Cilada
A Maestrina Passo e Repasso
Oblação Despedida sem Abraço
Porque Poesia Mágoa Profunda
Em Algum Lugar do Passado Nuances da Dor
Viração Presságio
Amadores Crepúsculo da Solidão
Meu Relicário O Regresso
Presente de Primavera Em Carne Viva
Oração ao Dia das Mães Tênue
Ainda Que Tardio Regaço Maternidade
Encantador de Serpentes Ao Sabor da Poesia
Aconchego de Um Sabiá

Loucamente Louco

Máscara da Ilusão Desalento a Dois
Voo da Inocência Descobrimento
Prisma Dualidade
Paliar Um Fim Corte Profundo
Presa da Noite Desafio
Jardim Sem Flor Cidade Ferida
Matizar dos Sonhos Desatando Nós
Vida Pelas Frestas O Avesso das Palavras
Natal Brasileiro Desfraldar Tardio
Trevas Tempo de Mim
Insinuação A Minha Canção
Despedida Alma Cigana
Delírios... Desfile
Trilogia Aquela...
Mensageira Que Não Seja Tarde
Eu, Poesia? Pássaro Cativo

Algo

Possibilidade
Fortaleza Puídos Sonhos
Minhas Estações Retrato do Desencontro
Lírica Humildade Desgaste
Fruto Podre Identidade
A Uma Atriz Decodificação
Desejos Latentes Dormência
Procura-se Contradição
Graças! Renascimento
Tempo no Amor Disfarce
Nosso Ninho Não... Não Chores!...
Deixa Chover Tudo e Nada
Estiagem Café da Manhã
Olho Mágico Sublimação
Vício Aquarela
Vestígios Apelo
Corsário do Amor Bailado da Vida
Janelas do Sentir À Deriva
(Des)Esperar... No Tempo dos Quintais

 

 

 

 

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