Entreatos 25

“... Há horas em que estou
à beira de um precipício,
pedras voando acenam-me
a segui-las...
Um vento gélido, açoitando-me a face,
assovia aos meus ouvidos: - Vem! Vem!...
Você me recolhe em seus braços
e, nesse meu doce abrigo,
o vento se parece com um canto de acalanto,
a embalar o balé das pedras
no vazio...”

Marise Ribeiro
17/03/07





Entreatos 26

“...Contemplo tua saciedade
e jamais entenderei
porque cedo a um amor
que vivo sempre negando.
Não há explicação para este fascínio;
basta um olhar teu,
perco o domínio,
embaralho sonho e realidade...
Esta louca cegueira terá um fim
ou me afundarei de vez na insanidade?...”

Marise Ribeiro
17/04/07





Entreatos 27

“...Ninguém percebeu o silêncio
daquele jovem,
ecoando como uma sirene...
Não havia quem acenasse
ou estendesse a mão...
Fica o sentimento perene
de que o sangue escorrido,
mais uma vez,
foi em vão...”

Marise Ribeiro
02/05/07





Entreatos 28

“...Ondas brilham acariciadas pelo luar;
o canto do mar inspira namorados no cais;
um veleiro ao longe aventura-se
a descobrir segredos...
Enquanto eu,
no imenso areal da minha alma,
sem luar ou estrelas
que me aliviem a escuridão,
enterro o meu maior tesouro:
o nosso amor...”

Marise Ribeiro
29/05/07

 
 
 

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Página inserida em 20/06/07